Central de cursos oficial – Veja os tipos de estudos!

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Os tipos de estudo central de cursos oficial são os diferentes níveis que um pesquisador pode atingir dependendo da profundidade de sua análise.

 Ou seja, os diferentes tipos de pesquisa, com suas respectivas metodologias e técnicas, que podemos utilizar nesse campo.

Quando falamos de um projeto de final de curso, de um Projeto de Conclusão de Curso (TFG), de um Projeto Final de Mestrado (TFM) ou de uma tese de doutorado, sabemos que estamos falando de uma pesquisa que, ao longo de nossa trajetória acadêmica, devemos completar uma carreira acadêmica completa.

No entanto, tratando-se de um processo que vai do menos ao mais, essas investigações diferem umas das outras pelo nível de dificuldade, bem como pela profundidade que apresentam.

 Pois bem, enquanto o primeiro se refere a qualquer trabalho que possamos fazer em aula, o segundo nos dá o título de doutor; sendo este o maior reconhecimento dentro do mundo acadêmico. Essa dificuldade, ignorando a dificuldade que o assunto já apresenta, é condicionada pela profundidade exigida na análise. 

Por isso, dependendo dessa profundidade, escolheremos um tipo de estudo ou outro. Bem, esses são os tipos de estudo, os diferentes estudos que podemos fazer para obter uma análise mais ou menos aprofundada de um determinado tópico, e dos quais queremos tirar algumas conclusões.

Com isso dito, vamos olhar para os diferentes tipos de estudo!

NOTA: Note-se que existem muitos tipos de estudo, e novas metodologias tendem a aparecer com muita frequência. Por isso, no artigo a seguir apresentamos o que consideramos os principais.

Central de cursos oficial – Tipos de estudo

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Os tipos de estudo mais utilizados, e que queremos destacar, são os seguintes:

De acordo com a capacidade do autor

Dependendo da capacidade do autor, no que diz respeito à atribuição do fator de estudo e das variáveis, podemos falar de estudos experimentais e observacionais:

  • Estudo experimental: É o estudo em que o pesquisador atribui o fator de estudo e, por sua vez, o controla e coordena com base nos propósitos de sua pesquisa e de acordo com o plano previamente estabelecido. Estes, por sua vez, costumam avaliar as políticas implementadas para amenizar a situação. Um exemplo disso poderia ser os estudos de campo, nos quais os economistas escolhem uma população, ao mesmo tempo em que alocam recursos a ela para coletar informações a fim de concluir seu estudo.
  • Estudo quase experimental. Existem alguns aspectos não controlados do experimento. Estes podem estar relacionados com a obtenção da amostra ou outros fatores.
  • Estudo observacional: Nestes, o pesquisador limita-se a observar as variáveis, enquanto as acompanha, para ver sua evolução. Esses estudos, diferentemente dos anteriores, não têm o controle direto do pesquisador, pois os dados são apenas avaliados, não gerados.

De acordo com seu propósito

Dado o objetivo do estudo, podemos falar de estudos descritivos e estudos analíticos:

  • Estudo descritivo: É o estudo em que os dados extraídos têm uma utilidade puramente descritiva, uma vez que não foca no estabelecimento de uma possível relação causa-efeito. Por exemplo, a presença do contrato temporário na economia espanhola.
  • Estudo analítico: É o estudo que estabelece e avalia uma suposta relação causa-efeito. Por exemplo, o impacto do contrato temporário no mercado de trabalho espanhol.

Dependendo da duração

Considerando a duração do estudo, podemos falar de estudos transversais e longitudinais:

  • Estudo transversal: Estudar a relação previamente estabelecida, mas esta em uma determinada população e em um determinado momento. Um exemplo poderia ser o número de desempregados para o mês de março.
  • Estudo longitudinal: Estude a relação estabelecida, fazendo-o em diferentes intervalos de tempo. Dessa forma, você pode estabelecer uma relação de causa e efeito. Um exemplo poderia ser o estudo sobre como a temporada de verão impacta a economia espanhola, entre os anos de 1900 e 2000.

Central de cursos oficial – De acordo com o enunciado da hipótese

Dependendo de quando estabelecemos a hipótese, podemos falar em estudos prospectivos, retrospectivos e ambispectivos:

  • Estudo prospectivo: Neste tipo de estudo, seu início é anterior aos eventos estudados, enquanto os dados coletados são coletados à medida que se tornam conhecidos.
  • Estudo retrospectivo: O desenho do estudo é posterior aos eventos que estudamos, enquanto os dados, geralmente, são geralmente obtidos de arquivos ou fontes históricas.
  • Estudo ambispectivo: ocorre quando combinamos os dois estudos, usando prospectivo e retrospectivo para analisar fatos que, já analisados ​​no passado, ainda estão presentes e continuarão presentes no futuro.

De acordo com a metodologia escolhida

Em relação ao tipo de pesquisa, bem como à metodologia escolhida, podemos falar de estudos quantitativos e estudos qualitativos:

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  • Estudo quantitativo: É uma metodologia que se concentra no uso de dados, e principalmente dados numéricos, para medir a magnitude de um problema. Ou seja, emprega a utilização de uma metodologia baseada em números para analisar e mensurar o problema. Um exemplo disso pode ser a evolução da taxa de desemprego no Brasil.
  • Estudo qualitativo: Neste tipo de estudo, o investigador centra-se mais nas qualidades apresentadas pelo problema, bem como noutros aspetos menos numéricos, procurando tornar o problema visível, embora raramente a sua dimensão. São estudos menos objetivos e científicos que o anterior. Um exemplo disso poderia ser a evolução da qualidade das ofertas de trabalho no litoral brasileiro durante o verão. Baseando-nos para tirar as conclusões em variáveis ​​como duração, salário, bem como outras variáveis ​​menos numéricas que não requerem verificações complexas.

Outros tipos de estudo

Além dos citados, podemos destacar outros tipos de estudo, como os citados abaixo:

  • Estudo correlacional: Estudar a relação entre duas variáveis. Tentando encontrar relações de causa e efeito.
  • Estudo explicativo: centra-se na procura das razões que provocam determinados fenómenos. Ou seja, a relação existente que poderia condicionar o comportamento de uma variável observada.
  • Estudo formulativo ou exploratório: Um estudo prévio, que serve para a posterior análise e realização de estudos mais aprofundados sobre temas interessantes que foram observados neste estudo.
  • Estudo estatístico: Como o próprio nome sugere, utiliza estatísticas para a análise de variáveis.

Como dissemos no início, deve-se notar antes de terminar que, além dos mencionados Central de cursos oficial, podemos encontrar muitos mais.